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O que é arte rupestre?
Muitas pessoas ficam se perguntando o significado da palavra RUPESTRE quando o professor chega a seus primeiros dias de aula e fala. RUPESTRE remete a gravação ou traçados na rocha, logo ARTE RUPESTRE é pintura e gravura elaboradas na rocha.  
A arte rupestre em seu sentido mais amplo é o conjunto de figuras encontradas em paredes de cavernas, geralmente essas cavernas serviam como abrigo ou moradia a cerca de 40.000 anos atrás. As representações encontradas nessa caverna em sua maioria eram temas relacionados ao cotidiano desses homens pré-históricos como; a caça, vegetação, além de rituais religiosos.

No Brasil a Serra da Capivara, no estado do Piauí, é um grande exemplo de lugares onde estão localizados vários abrigos com exemplos de pinturas rupestres. Outro lugar que podemos encontra vestígios de arte rupestre é a Chapada Diamantina, região de serra no estado da Bahia.
Existem algumas discussões nos meios dos pesquisadores das Artes a respeito do conceito de Arte, alguns não consideram como Arte essas representações produzidas nas paredes das cavernas por se tratar de algo que possivelmente foi produzido de forma aleatória. Outros pesquisadores já defendem sua autenticidade enquanto produções artísticas.  


Mas como esses homens/mulheres produziam os materiais para elaborar os desenhos e pinturas? 
As tintas eram obtidas na natureza, sangue e gordura de animais, cores adquiridas das raízes de arvores e plantas. Outros instrumentos eram feitos com pedras.
Quanto a reprodução de senas da caça, pesquisadores acreditam que muitos desses "artistas" pré-históricos acreditavam que ao representar a caça poderiam obter exito em suas caças ou seja a arte como efeitos mágicos. 
O que não podemos negar é a importância que a Arte Rupestre trás para os dias atuais, a forma de vida dos povos da pré-história e um pouco de sua dinâmica no dia-a-dia.

Arte na Nett - Por Cleberton Paixão



Vídeo 01.

Esses vídeos são bem completos com uma ótima apresentação da professora Viviam do curso Aprender Aula.com. Realmente a professora explica de forma dinâmica e didática, recomendamos que você observe bem os três vídeos.

Lembrando que são 3 vídeos.






Vídeo 02.





Vídeo 03


Agora você aprendeu um pouco sobre a Arte Romana, desejamos tudo de bom e ótimos estudos.



Em nossa pesquisas na internet encontramos diversos vídeos, porém muitos são de conteúdo duvidoso ou de conteúdo voltado apenas para a parte histórica de Roma, espero que ele possa ajudar você no aprendizado da Arte Romana. 



Artenanett. 





Acompanhe o texto II sobre Arte Romana

(Esse texto é bem mais completo, com a leitura do texto I e texto II temos uma boa noção de como surgiu a Arte Romana e suas principais referencias)  

A queda da monarquia etrusca cedeu lugar, em 509, ao regime republicano. Os historiadores estabelecem este momento como o início da arte primitiva romana, assim como designam a conversão ao cristianismo do imperador Constantino e a mudança da capital do Império para Constantinopla, no ano 330, como o final deste período artístico. Costuma-se dividir a arte romana em duas eras distintas: a da Roma Republicana e a da Roma Imperial (do ano 27 a.C. em diante).

A princípio as manifestações artísticas estavam circunscritas à cidade de Roma, presas à sua herança etrusca, mas aos poucos expandiram-se pela Itália e pelo Mediterrâneo e receberam uma profunda influência da cultura grega. Ecléticas por natureza, pela sua expansão geográfica e por colecionar diversas colônias, a arte romana têm como principal característica a diversidade de estilos. Ao contrário de outros povos, que retratavam seus imperadores, os romanos procuravam representar todos os habitantes do amplo Império, desde a classe média até os próprios escravos.

O Panteão, um dos monumentos mais icônicos e influentes da arquitetura romana.

Com o reconhecimento da religião cristã, o paleocristianismo – produção artística realizada por ou para cristãos, durante a ascensão do Império Romano - passa a ocupar o lugar das manifestações que o precederam. Suas formas primitivas remontam ao século III. Porém, a temática pagã romana persistiu durante séculos, presente inclusive nas próprias representações do Cristianismo. É difícil, no entanto, atribuir autoria a algumas das obras paleocristãs, pois no princípio os simbolismos religiosos estavam ainda ocultos sob camadas formais da antiga arte do paganismo, e também havia uma certa censura por parte da Igreja, preocupada com a prática da idolatria, inibindo assim a expressão artística cristã.

Através das ruínas de edifícios públicos e privados da Roma Antiga, pode-se ter uma idéia da importância da arquitetura neste período. Uma mistura de elementos gregos e etruscos, ela era composta basicamente de uma planta retangular, um teto de duas águas, átrios com colunas livres e escadas no frontispício com acesso ao pódio ou à base. Edifícios como, por exemplo, os anfiteatros, eram decorados com colunas que obedeciam às tradicionais ordens gregas – dórica, jônica e coríntia. A arquitetura romana era essencialmente utilitarista, com um teor realista profundo, mais prática e menos voltada para os ideais gregos de beleza; grandiosa, transpirava força, sentimento e originalidade. Exemplos arquitetônicos desse período eram os anfiteatros, templos, ginásios, circos, teatros, termas e basílicas, todos caracteristicamente funcionais e sociais.

Detalhe de mural do Quarto Estilo na Casa del Naviglio, Pompeia, mostrando a cena do casamento de Zéfiro e Clóris.


Na pintura, da qual restam hoje poucos exemplares, encontrados em grande parte nas cidades de Pompéia e Herculano, soterradas pela erupção do Vesúvio em 79 a.C., estava presente uma temática variada e ampla, pelo que se deduz de textos literários antigos – entre outros temas fatos históricos, mitos, cenas do dia-a-dia, retratos e naturezas-mortas. Nas ruínas destas cidades encontram-se principalmente vestígios de uma pintura mural, que apresenta quatro etapas – a primeira, influenciada pela decoração grega de interiores, imitava placas de mármore polidas; a segunda criava, através do uso da perspectiva, um estado espacial ilusório, que levava à percepção da imagem além da superfície do mural; o terceiro estilo representava fielmente a realidade e o quarto representava um painel de fundo vermelho, com uma imagem central representando geralmente uma obra grega, imitando um cenário teatral.

Augusto de Prima Porta, de inspiração clássica e idealista derivada dos gregos. Museus Vaticanos.






































































































A escultura romana ficou conhecida principalmente por seus retratos, realistas e práticos. Eles decoravam edifícios públicos e privados, que muitas vezes eram apenas uma base grandiosa para estas esculturas. Arcos edificados por todo o império destacavam-se entre os monumentos mais importantes. Embora muitos não tenham sobrevivido, tinham como função servir de ponto de apoio para estátuas construídas em honra a personagens importantes da época. Exemplos destes arcos são o de Tito (c. 81 d.C.), no Foro romano, e o de Bará, em Tarragona, na Espanha.

Os mosaicos romanos, presentes por todo o Império Romano, com fins claramente decorativos, cores vivas e intensamente duráveis, prevaleceram sobre a pintura, exatamente por estar imbuído destas características. Nos séculos posteriores, são encontrados no chão da casa de Fauno em Pompéia e na tumba dos Pancratii em Roma (160 d.C.). Destacam-se também, na Espanha, os mosaicos dos Sete Sábios e os da casa de Mitreo.



 Fonte: http://www.infoescola.com/artes/arte-romana/







De acordo com a história, o período arcaico tem início marcado em meados do século VII a.C, e se estende até o século V a.C, na época das Guerras Pérsicas. Depois disso, inicia-se o período clássico, prolongando-se até o final da Guerra do Peloponeso, no século IV a.C. Nessa fase, o foco fica completamente direcionado para o século V a.C., conhecido como século de Péricles. Esse período era marcado pela manifestação do esplendor da cultura helênica nas atividades intelectuais, artísticas e políticas.


Resumo Arte Grega


Uma das manifestações culturais mais exploradas dentro da história da arte foi a Arte Grega. Juntamente com a arte romana, pertencente à Idade Antiga, e das artes gótica e bizantina, ambas da Idade Média.

Na antiguidade, de todos os povos que puderam apresentar uma maior liberdade na produção cultural, os gregos foram os que mais se destacaram. Um de seus preceitos era a não submissão às ordens impostas por sacerdotes ou reis autoritários. Os gregos valorizavam, em especial, as ações humanas, pois tinham a convicção de que a figura do homem era a mais importante de todas as criaturas do universo. Logo, o conhecimento, por meio da razão, sempre esteve acima da fé das divindades.

Aqueus, Jônios, Dórios e Eólios foram os nomes dados às formações do povo grego no século XII a.C. No entanto, com o passar dos tempos, a mesma cultura começou a ser compartilhada por esses povos. A partir do século X a.C., os habitantes que falavam diversos dialetos, como o caso dos que se situavam na Grécia continental e nas ilhas do Mar Egeu, ficavam reunidos em pequenas comunidades distantes umas das outras. A pólis grega foi o resultado da transformação de muitas delas em cidades-estado.

As comunidades eram muito pobres no início, mas puderam prosperar com o passar dos tempos. O comércio foi intensificado, contribuindo para que as cidades-estado entrassem em contato com a cultura e arte egípcia e a do Oriente Próximo.

Era evidente que os gregos se admirassem, mas também se espantavam com as criações artísticas dessas civilizações. Contudo, no início, eles imitaram os egípcios. Só depois que foram criar sua própria arquitetura, escultura e pintura. Todas essas criações foram motivadas por concepções muito diferentes das que os egípcios tiveram da vida, da morte e das divindades.

O notável sucesso alcançado pelos gregos no campo das artes, enquadra o desenvolvimento da arquitetura, escultura, pintura e teatro. O humanismo sempre se mostrava presente nas artes. Era por meio dele que se glorificava o ser humano. Havia também outras ideias como o nacionalismo, pois simbolizava o orgulho do povo pela sua cidade. Existiam outros valores também, como a simplicidade, o equilíbrio, a harmonia e a ordem.



Pode-se observar, também, que os elementos estéticos criados pelo povo grego influenciaram a arte contemporânea. O Classicismo, o Renascimento e o Iluminismo são grandes exemplos da retomada da reflexão sobre a arte, originada entre os gregos.

Períodos Arcaico, Clássico e Helenístico

Transformações históricas como o período helenístico e o desaparecimento da independência da pólis grega, que deram lugar à formação de reinos imersos, trouxerem intensas transformações para a arte grega.




Fonte:  http://arte-grega.info/



Estamos de volta!


Desta vez vamos apresentar um vídeo bem interessante sobre a Arte Greco-romana.


Após um período de pesquisa encontrei esse vídeo que dar uma noção bem legal dessa temática, aproveite e complemente seus estudos com ele.








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Exemplo de Escultura
                                      
1.    O que é um escultura? 
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2.    Observe os termos e descreva o seu significado:

a.    Assimetria?
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b.    Simetria?
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3.    A escultura é uma forma de arte que se adaptou ao longo do tempo, eternizando personalidades e significados na história e nos dias atuais. Na Arte de fazer escultura qual a diferença de modelar e fundir?
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4.    Alguns Artistas são lembrados pelo seu modo de fazer artístico. No caso do Artista Michelangelo, o que ele falou quando acabou a sua obra de arte (Moisés 1513-1515)? Por quê?
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5.    O Artista brasileiro Mestre Vitalino é referência de Arte popular por que o tema predominante em suas obras era: (Marque a alternativa correta)
a.    A vida dos índios que habitavam São Paulo.
b.    O cotidiano dos nordestinos em sua luta diária para vencer os desafios da seca, os retirantes do nordeste.
c.    Retratava as histórias dos habitantes das favelas do Rio de Janeiro em suas atividades diárias.
d.    O Artista Mestre Vitalino aproveitava a vida tranquila de Aracaju para esculpir personagem e retratar cenas do dia-a-dia aracajuano.

6.    Com quais materiais podem ser feita uma escultura? Cite no mínimo 3 (Três).
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                 Esse exercício pode ser aplicado em 6º Ano.


 “Como faço uma escultura? Simplesmente retiro do bloco de mármore tudo que não é necessário.”  Michelangelo






A. 




 O 
O   O  que é Arte Bizantina? 

B.     Quais as principais técnicas da pintura bizantina? Qual o tema predominante? pintura bizantinatecnicas   perguntas
B.   leitura silenciosa destacando os pontos ou termos que mais chamou 
C.    Qual é a principal construção da arquitetura bizantina? Quais são suas    características? 

D.    Quais as características das esculturas bizantinas?

E.     O que podemos entender por Mosaico?  

      Exercício com base no texto (Clique para ler o texto): Arte Bizantina 

        Arte na Nett